sexta-feira, 13 de abril de 2012

                                                                                         


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                    CORPO HUMANO


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                                                                             unhas

Unha

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Unhas de uma mão (esquerda) e de um pé humanos (direita).
unha é uma estrutura composta por queratina presente na ponta dos dedos da maioria dosvertebrados terrestres. É produzida por glândulas em sua base que secretam grossas camadas de queratina, que se mantêm aderidas à pele até a sua extremidade.
As unhas assumem formas e funções diferentes nas várias espécies animais. Na forma degarras, servem para cavar ou agarrar um substrato ou um alimento. Na forma de cascos, atuam absorvendo o impacto dos membros durante corridas ou para absorver o peso do animal. Nos humanos e em muitos primatas, as unhas são reduzidas, arredondadas e quadradas, o que favorece a precisão na manipulação de objetos com a ponta dos dedos, além de facilitar a ação de segurar galhos ou objetos com as mãos e pés.

[editar]Partes da unha humana

1- Lâmina ungueal: o que se convenciona chamar de unha; porção rígida e translúcida, composta de queratina.
2- Paroníquia: a dobra de pele nos lados da unha.
3- Lúnula: a parte branca convexa do leito da unha.
4- Eponíquio: a região entre a finalização da pele do dedo na face superior da unha e a porção proximal da unha.
As unhas são feitas de uma proteína rígida chamada queratina e são uma forma modificada dos cabelos, são compostas por:
  • A margem livre é a parte da unha que se estende além do dedo. Não há terminações nervosas nessa região, logo não sentimos dor ao cortá-la.
  • A matriz ungueal ou raiz da unha - é a porção proximal da unha que cresce. Está embaixo da pele.
  • eponíquio ou cutícula que é uma dobra de pele na porção proximal da unha.
  • paroníquia que é a dobra de pele nos lados da unha.
  • hiponíquio que é um fixação entre a pele do dedo e a porção distal da unha.
  • lâmina ungueal que é a parte que nós pensamos quando dizemos unha, a porção rígida e translúcida, composta dequeratina.
  • leito ungueal que é o tecido conjuntivo aderente que está fortemente aderido à lâmina ungueal. Possui uma grande quantidade de terminações nervosas.
  • lúnula que é a parte branca convexa do leito da unha.
  • Prega ungueal uma prega da pele dura sobreposta como de base de uma unha.
A unha dividida em 3 partes:
Corpo- Lâmina ungueal é parte visivel que se estende desde a raiz até ao bordo livre.
Raiz- inserida na pele, sempre com tecido fixado em crescimento que é chamado de MATRIZ.
Bordo livre- Secção final da placa até a ponta dos dedos.
A unha constituida 3 camadas:
Camada superficial- formada pela desvitalização das células ( células perdem seu nucleo e acumulam queratina) que promovem da matriz
Camada intermédia- é mais grossa e tem a mesma origem que a superficial, mas com mais células vivas muito unidas entre si e com menor densidade fibra queratinizadas
Camada profunda- são apenas 2 camadas de células que provém do leito epidérmico

[editar]Doenças nas Unhas

Unha do pé aleijada.
Existem várias doenças que podem acometer as unhas, como por exemplo:
  • Traumatismo na base das unhas, são quando pontos esbranquiçados aparecem na ponta e são bem comuns.
  • Unhas encravadas, são também relativamente comuns, as causas normalmente são por causa dos sapatos apertados, traumatismos e dedos grandes (hálux) do pé. São muito dolorosas, e é recomendável a procura de um dermatologista ou podólogo para evitar infecções.
  • Hemorragias subungueais, são rupturas dos vasos sanguíneos nas unhas que podem causar linhas verticais ou manchas arroxeadas.
  • Infecções por fungos(micoses) ou por bactérias, as causadas por fungos causam deformidades nas unhas, já a por bactérias causa vermelhidão e inchaço em volta delas.
Para evitar essas doenças mantenha as unhas sempre limpas e secas para evitar procriação de bactérias e fungos. Não roa as unhas pois isso as umedece e favorece infecções, além do crescimento irregular delas. Não use objetos, como alicates, que não estejam esterilizados.

[editar]Ver também

                                                                   tronco



Tronco (anatomia)

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Em anatomia, o tronco ou torso é a parte central do corpo de vários animais (incluindo o ser humano), de onde se projectam a cabeça e os membros (superiores e inferiores ou, nos quadrúpedes, anteriores e posteriores).
Está subdividido na caixa torácica (ou, ainda, tórax) e no abdómen. Estas duas partes (que internamente são a cavidade torácica e a cavidade abdominal) estão separadas por um músculo em forma de abóbada - o diafragma.
O tórax é a parte superior (ou anterior) do tronco, indo da base do pescoço até ao diafragma. A cavidade torácica alberga a maior parte do sistema respiratório e ocoração, protegidos por uma armação óssea que liga o esterno à coluna vertebral através das costelas. Esta estrutura é modificada durante os movimentosrespiratórios graças à acção dos músculos intercostais e do diafragma.
O abdómen, ou seja, a parte inferior (anterior) do tronco, abaixo ou atrás do diafragma, alberga os órgãos do sistema digestivo, do sistema urinário e, especialmente no caso das mulheres, os órgãos sexuais internos. Ao contrário da caixa torácica, o abdómen não tem uma estrutura óssea, mas os órgãos dos sistemas referidos são protegidos por um complexo de tecidos, entre os quais o mais importante é o peritoneu e várias camadas de músculos.

                                                                    membros


Os membros de uma salamandra são menores e mais delgados que os da maioria de nós, humanos, mas as diferenças acabam aí. As patas e a cauda da salamandra são recobertas por pele e constituídas por esqueleto ósseo, músculos, ligamentos, tendões, nervos e vasos sangüíneos. Um arranjo frouxo de células chamadas fibroblastos garante unidade a esses tecidos internos e forma aos membros. Mas um aspecto torna os membros da salamandra únicos entre os vertebrados: a capacidade de regenerar-se a partir de um coto depois de amputado. Dessa forma uma salamandra adulta consegue regenerar completamente uma mão ou um pé, vez após vez, sejam tantas quantas forem as amputações. Os sapos conseguem regenerar um membro durante a metamorfose do girino, quando do primeiro surgimento de seus membros; mas perdem essa faculdade na vida adulta.

Mesmo os embriões de mamíferos estão aptos a substituir membros em desenvolvimento, mas essa faculdade igualmente desaparece muito antes do seu nascimento. De fato essa perda da capacidade regenerativa ao longo do desenvolvimento do organismo tende a se repetir na evolução de formas animais superiores, fazendo da lenta salamandra o único vertebrado que continua capaz de reproduzir partes complexas do corpo durante toda a vida.

Há muito os humanos questionam como o animal consegue esse feito. Como pode a parte do membro regenerada “saber” o quanto lhe falta a ser restituído? Por que a pele no coto não cicatriza fechando a ferida como acontece nos humanos? Como o tecido na salamandra adulta retém o potencial embrionário para reconstruir um membro inteiro do zero diversas vezes? Os biólogos estão perto de responder a todas essas perguntas. E, ao se entender como o processo regenerativo funciona na Natureza, espera-se conseguir desencadeá-lo para reconstituir membros amputados em humanos, por exemplo, e revolucionar a recuperação de outras graves feridas.
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Ken Muneoka, Manjong Han e David M. Gardiner integram um grupo de pesquisa multiinstitucional empenhado em regenerar membros de mamíferos. Seu grupo, liderado por Muneoka, é um dos dois únicos a receber uma verba multimilionária da Agência Americana de Defesa de Projetos de Pesquisa Avançada para buscar a regeneração de membros humanos. Muneoka é professor, e Han é professor-assistente de pesquisa do departamento de biologia celular e molecular da Tulane University. Gardiner é biólogo pesquisador do departamento de biologia celular e molecular da University of Califórnia em Irvine, onde também Muneoka recebera uma bolsa de estudos para completar seu pós-doutorado. Muneoka surpreendentemente voltaria a trabalhar lá quando o furacão Katrina o forçou a realocar sua família e equipe de pesquisa de Nova Orleans para Irvine, por cinco meses.
                                                                    tórax



órax

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Tórax
Em anatomia, o tórax é a parte superior (ou anterior) do tronco de muitos animais, situado entre a cabeça e oabdómen.
Nos vertebrados, o tórax estende-se da base do pescoço até ao diafragma. A cavidade torácica alberga a maior parte do sistema respiratório e o coração, protegidos por uma armação óssea que liga o esterno à coluna vertebralatravés das costelas. Esta estrutura é modificada durante os movimentos respiratórios graças à acção dosmúsculos intercostais e do diafragma.
Nos insetos, é no tórax que estão localizados os órgãos locomotores, tanto as asas quanto as pernas.

[editar]Especialidades médicas

Especialidades médicas que atuam nas patologias dos ógãos do tórax:
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                                                     ORELHA



Orelha

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Orelha
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Orelha humana
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Anatomia da orelha humana
LatimAuricula
Tradicionalmente, dá-se o nome de orelha (do latimauricula) ou pavilhão auricular (ou pavilhão auditivo externo ou ainda ouvido) à parte externa cartilaginosa do aparelho auditivo, ligada diretamente ao canal do ouvido externo.
Em muitos animais, as orelhas apresentam músculos que as seguram ao crânio capazes de executar movimentos semicirculares, ampliando a área de alcance das orelhas.
A orelha, estrutura presente em muitos mamíferos, opera, de maneira geral, na localização da fonte de emissãosons, o que facilita tanto a caça quanto a fugaMorcegos possuem orelhas excepcionalmente grandes e complexas que operam como receptor de ondas hipersônicas emitidas pelo animal, que refletem sobre qualquer superfície e são interpretadas pelo cérebro como uma imagem, e assim permitem a localização espacial do animal no escuro.
Já o elefantes e outros animais de savana apresentam orelhas grandes que possuem outras funções, comoradiador por dissipação. Intensamente irrigadas por vasos sangüíneos, as orelhas são abanadas de forma a dissipar o calor em excesso do corpo, equilibrando a sua temperatura interna.
Nos seres humanos, as orelhas possuem arquitetura complexa, mas são relativamente menores que em outros grandes primatas, como o chimpanzé, e raramente possuem capacidade de movimento.
Muitas culturas utilizam a orelha como chamariz, prendendo adornos de pedrametal, ou outros materiais à sua cartilagem. Em algumas comunidades, a laceração do lóbulo da orelha é um símbolo de status, e quanto maior o buraco (aberto e ampliado por objetos como discos, ou pesos), mais alta é a posição do indivíduo na sociedade.
De maneira geral, o lóbulo da orelha, bem como sua curva superior, são apontadas como zonas erógenas.

Índice

  [esconder

[editar]Ouvido

orelha ou ouvido é o órgão usado pelos animais para detectar ondas sonoras. Nos mamíferos ele se apresenta aos pares e se localiza na cabeça, podendo estar localizado em outras partes do corpo ou mesmo ser ausente em outros animais.
Segundo a tradução da última edição da Nomina Anatomica (que mudou de nome, passando a chamar-se Terminologia Anatomica) para a língua portuguesa, publicada pela Sociedade Brasileira de Anatomia em 2001, usa-se orelha para designar tanto o órgão da audição em sua totalidade, como a parte visível e externa que corresponde ao pavilhão auricular. Em Portugal mantém-se a denominação de ouvido em lugar de orelha para o órgão da audição.

[editar]Fisiologia do ouvido (ou orelha) humano

O sistema auditivo humano normal pode distinguir cerca de 400.000 sons diferentes, alguns fracos o suficiente para mover a membrana timpânica tão pouco quanto um décimo da molécula de hidrogénio.
Um exemplo dessa propriedade é que uma pessoa pode ouvir desde o som de um mosquito numa tarde silenciosa de verão ou de um avião a jacto que aparece a voar no céu. Aqui estão dois sons diferentes tanto em intensidade como em características, que o sentido da audição humano pode reconhecer e rotular. O ouvido humano registra sons que vão desde 20 Hz (Hertz) até 20000 Hz.
audição funciona da seguinte maneira: o som propaga-se produzindo ondas sonoras que se deslocam até atingir a orelha. O mecanismo da audição transforma estas ondas em sinais eléctricos que transmite como mensagens, através do nervo auditivo para o nosso cérebro que as interpreta.
O aparelho auditivo humano é dividido em três partes cada uma com suas funções próprias sendo as três indispensáveis para o bom funcionamento da audição: ouvido externo ou orelhaouvido médio e ouvido interno.

[editar]Ouvido (ou orelha) externo

ouvido externo (ou orelha externa) é composto de duas partes: O pavilhão auditivo, também conhecido como orelha e o conduto auditivo externo.

[editar]Anatomia do pavilhão (orelha)

orelha ou pavilhão é formada por uma lâmina de cartilagem elástica de formato irregular, recoberta por uma fina camada de pele. Possui várias depressões e elevações, sendo a concha a maior depressão. A margem elevada da orelha é chamada de hélice, e, localizada logo abaixo da hélice se encontra a escafa ou fossa escafóide, que é uma longa depressão que se encontra logo abaixo da hélice. Abaixo da escafa, se encontra uma elevação chamada anti-hélice, que termina bifurcada em dois ramos, encontrando-se uma fossa entre eles, chamada de fossa triangular ou navicular. O lóbulo é uma pequena porção de tecido mole que se encontra na região inferior do pavilhão. Localizados superiormente ao lóbulo, encontram-se o trago e o anti-trago, o primeiro localizado logo na abertura do meato acústico externo e o segundo, logo acima do lóbulo.
A função principal do pavilhão auditivo é coletar sons, agindo como um funil e direcionando o som para o conduto auditivo. Outra função é a filtração do som, processo este que ajuda a localizar a origem dos sons que chegam ao individuo. Além disso, no caso dos humanos, o processo de filtração seleciona sons na faixa de freqüência da voz humana facilitando o entendimento.
Já o conduto auditivo externo tem a função de transmitir os sons captados pela orelha para o tímpano além de servir de câmara de ressonância ampliando algumas freqüências de sons. Ele é constituído por cartilagem no terço lateral e osso nos dois terços mediais.

[editar]Afecções da orelha

São acontecimentos que acometem a orelha externa (pavilhão auricular e conduto auditivo externo). Esses acontecimentos podem ser desde malformaçõescongênitas até processos inflamatórios e infecciosos, inclusive metabólicos. O diabetes pode favorecer infecções no aparelho auditivo.
Malformações congênitas
Tecido remanescente de malformações congênitas
pavilhão auricular e o conduto auditivo podem sofrer os mesmos processos que a pele
Problema decorrente de lesão

[editar]Ouvido médio (ou orelha média)

ouvido médio é composto pelos ossículos martelobigorna e estribo, denominados dessa forma por sua semelhança conspícua com esses objectos, e pela tuba auditiva ou trompa de Eustáquio. Os mamíferos são os únicos animais que possuem três ossos no ouvido, ligando o tímpano à orelha interna.
Individualmente os ossos são menores que um grão de arroz. Os ossículos estão localizados na cavidade em forma de ervilha da orelha média. Conectados formando uma ponte entre a membrana timpânica e a janela oval. Através de um sistema de membranas, eles conduzem as vibrações sonoras a orelha interna. Os ossículos são os menores ossos do corpo humano e já estão em seu tamanho completo ao nosso nascimento.
Enquanto as ondas sonoras movem a membrana timpânica, esta move os ossículos. Os três ossos na verdade formam um sistema de alavancas que transferem aenergia das ondas sonoras vindas da orelha externa, através da orelha média para a orelha interna.
Outra parte do ouvido médio é a tuba auditiva que conecta a cavidade da orelha média com a nasofaringe. A extremidade superior é normalmente aberta, pois é rodeada de ossos, enquanto que a inferior é normalmente fechada, pois é cercada por um tecido fino. A tuba auditiva ajuda a manter o equilíbrio da pressão do ar entre os dois lados da membrana timpânica.
A tuba abre e fecha a medida em que engolimos ou bocejamos, permitindo uma equalização entre a pressão do ouvido externo e do ouvido médio. Uma sensação de pressão pode ser causada na orelha por este processo de equalização em um avião ou em situações de mudanças de altitude.

[editar]Ouvido interno

Ouvido interno
Componentes do ouvido interno

ouvido interno é composta pela cóclea e pelo aparato vestibular.
O último osso da cadeia ossicular, o estribo, está acoplado a uma fina membrana chamada de janela oval. A janela oval é na realidade uma entrada para a orelha interna, que contém o órgão da audição, a cóclea. Quando o osso estribo move, a janela oval move com ele. No outro lado da janela oval está a cóclea, um canal em forma de caracolpreenchido por líquidos e, quando as vibrações chegam à cóclea provenientes da orelha interna, são transformadas em ondas de compressão que por sua vez ativam o órgão de Corti que é responsável pela transformação das ondas de compressão em impulsos nervosos que são enviados ao cérebro para serem interpretados.
O líquido é agitado pelos movimentos da janela oval e, dentro da cóclea, o órgão de Corti é formado por milhares decélulas ciliadas que são colocadas em movimento toda vez que o líquido é movimentado.
A estimulação destas células, por sua vez, causa impulsos elétricos que são enviados para o cérebro. Os impulsos elétricos representam a quarta mudança na mensagem sonora de uma energia para a outra: da energia acústicadas ondas sonoras entrando na orelha, para a energia elétrica dos impulsos que viajam para o cérebro.
O ouvido interno também contém um órgão muito importante que está na verdade conectado com a cóclea, mas que não contribui para o nosso sentido da audição, o sistema vestibular, formado por três pequenos canais semicirculares, que nos ajudam a manter o equilíbrio e auxiliar na visão já que as rotações da mesma precisam ser compensadas para que possamos ter uma visão clara sem ser borrada. É através dele que se pode saber por exemplo quando se esta com o corpo inclinado mesmo estando de olhos vendados.
Problemas com os canais semicirculares podem resultar em sintomas como a vertigem. A audição é um factor chave na manutenção de trocas intelectuais, mas possivelmente ainda mais importante, a audição supre o pano de fundo auditivo que dá o sentimento de participação e segurança.

[editar]Órgãos auditivos de espécies não mamíferas

As aranhas possuem pelos nas patas que são responsáveis pela detecção do som. Os ouvidos dos répteis apresentam apenas um osso, a columela, que é considerado homólogo ao estribo dos mamíferos.